Fly, o Pequeno Guerreiro

Anime 1991 · 1 temporada · Ficção científica e Fantasia
8.2 Modesto

Série terminada

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Animação Ficção científica e Fantasia Ação e Aventura Comédia Demons Magic Male Protagonist Shounen Cultivation Martial Arts

Quando Fly ainda era um bebê, foi adotado por Blass, um generoso monstro habitante da ilha Delmin. As aventuras de Fly começam quando ele tem que abandonar a ilha para salvar seu monstro amigo Gomen, que foi seqüestrado. Depois ele salva a princesa Leona, de quem recebe a adaga de Papnica. Na seqüência Fly passa a ser treinado por Avan, um renomado herói enviado pelo próprio rei de Papnica. A partir daí Fly e Leona enfrentam grandes criaturas, e por trás de tudo está envolvido Hadler, o inimigo principal da história. Fly possuía uma marca em sua testa na forma da face de um dragão, sempre que ficava com muita raiva, ou quando um de seus amigos estava em perigo o seu verdadeiro poder se manifestava e essa marca aparecia, muitas vezes quando isso acontecia Fly ficava inconsciente e lutava com seu poder máximo.

Título original
ドラゴンクエスト ダイの大冒険
País de origem
🇯🇵 Japão
Ano
1991
Estúdio
Toei Animation
Obra original
Mangá
Canal
TBS

Curiosidades e bastidores

/
Génese

A obra nasceu de um projeto de mídia mix da revista Weekly Shōnen Jump para promover Dragon Quest IV: o roteirista Yūji Horii e o desenhista Akira Toriyama assumiram o anime, enquanto o novato Kōji Inada (desenho) e Riku Sanjō (roteiro) foram escalados para o mangá.

Génese

Antes da série regular, dois mangás avulsos foram publicados como teste: 'Derupa! Iruiru!' (1989) e 'Dai Bakuhatsu!!!', este último já plantando sementes para a futura serialização; ambos tiveram excelente recepção do público jovem em enquetes da revista, o que garantiu luz verde para a série.

Génese

O supervisor Yūji Horii insistiu que a história não deveria simplesmente repetir o conteúdo do jogo, o que levou Sanjō e Inada a criarem uma trama totalmente original, sem conexão direta com os enredos dos jogos Dragon Quest.

Génese

Prevendo a possibilidade de cancelamento em até 10 semanas, o roteirista Riku Sanjō estruturou a história para que a partida de Dai e Pop de sua ilha natal ocorresse exatamente no décimo capítulo; quando esse episódio virou capa colorida de destaque por causa do sucesso da série, foi o momento em que ele mais se sentiu aliviado, dada a pressão de adaptar um jogo tão popular.

Génese

Segundo o material 'Jump Comics Perfect Book', o plano original previa que o grande vilão Baran (Vearn) apareceria logo após o arco de Baran e a história terminaria ali; com o sucesso da série, a estrutura foi expandida, o que teria implicado, no plano original, a morte de Pop e a derrota de Baran por Dai seguida imediatamente do confronto final.

Génese

Riku Sanjō criou o personagem covarde e desajeitado Pop propositalmente como contraponto ao herói idealizado Dai, para servir de ponto de identificação para os leitores; a ideia era que o crescimento de alguém que partia do zero geraria mais emoção do que o de um herói que já era forte desde o início.

Génese

No início da serialização, a equipe editorial chegou a pedir a Sanjō que matasse logo o personagem Pop por considerá-lo dispensável, mas o autor insistiu em mantê-lo, argumentando que o personagem ainda se tornaria essencial à trama.

Génese

Havia um plano para uma continuação pós-final chamada 'arco do mundo demoníaco', centrada no rei-dragão sombrio Velzeard, mas o desenhista Kōji Inada estava fisicamente esgotado ao fim da longa serialização, e tanto Sanjō quanto o editor-chefe Kazuhiko Torishima concordaram que encerrar a história com a derrota do grande demônio Vearn era o melhor final.

Referências

No exterior, o nome do protagonista Dai foi alterado para 'Fly' em países como França e Espanha, pois 'Dai' remetia à palavra inglesa 'Die' (morrer), considerada de mau agouro; já na segunda adaptação em anime, o nome original 'Dai' foi mantido internacionalmente, incluindo no título em inglês 'Dragon Quest: The Adventure of Dai'.

Receção

A transmissão do primeiro anime foi subitamente cancelada em setembro de 1992, antes que a adaptação alcançasse o final da história do mangá, que continuou sendo publicado por vários anos após esse cancelamento.

Receção

Em abril de 2022, a franquia havia ultrapassado 50 milhões de cópias impressas em circulação.

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