Homicide: Life on the Street

Homicide: our day begins when yours ends.

1993 · 7 temporadas · Mistério
8.1 Popular

Série terminada

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Mistério Drama Crime

An American police procedural chronicling the work of a fictional version of the Baltimore Police Department's Homicide Unit.

País de origem
🇺🇸 Estados Unidos
Ano
1993
Criada por
Paul Attanasio
Canal
NBC

Curiosidades e bastidores

/
Génese

A série foi adaptada do livro de não-ficção 'Homicide: A Year on the Killing Streets', do jornalista David Simon, baseado em sua experiência acompanhando uma unidade de homicídios de Baltimore em 1988.

Génese

Simon enviou o livro ao diretor Barry Levinson, natural de Baltimore, esperando uma adaptação para o cinema, mas Levinson achou o material mais adequado para a televisão, pois personagens e histórias poderiam ser desenvolvidos por mais tempo.

Génese

Todos os episódios exibem o crédito 'Created by Paul Attanasio', mas Eric Overmyer e James Yoshimura contestaram esse crédito no comentário em áudio do DVD do episódio 'The Documentary' (5ª temporada), afirmando que a série foi criada por Tom Fontana e pelo próprio Yoshimura.

Génese

O título original seria 'Homicide: A Year on the Killing Streets', mas a NBC o alterou para que os espectadores não pensassem que a trama se limitava a apenas um ano, e por considerar o termo 'life' mais reconfortante que 'killing streets'.

Rodagem

A série foi filmada quase inteiramente em locações reais de Baltimore com câmeras portáteis de 16mm, e as cenas da delegacia foram gravadas no histórico City Recreation Pier, no bairro de Fells Point.

Rodagem

No início da terceira temporada, o ator veterano Jon Polito foi retirado do elenco por pressão da NBC, que o considerava pouco fotogênico, apesar de seu talento; seu personagem, o detetive Steve Crosetti, foi encontrado morto por suicídio na sexta episódio da temporada.

Receção

Apesar de estrear no cobiçado horário pós-Super Bowl, a série teve audiência fraca e quase foi cancelada logo na primeira temporada, sendo salva após ganhar dois prêmios Emmy, pela direção de Levinson em 'Gone for Goode' e pelo roteiro de Fontana em 'Three Men and Adena'.

Receção

Em julho de 1997, a NBC deu um ultimato aos produtores para que a série superasse a audiência de 'Nash Bridges' ou seria cancelada; a série foi salva por fatores externos, como a perda de 'Seinfeld' e o caro acordo de 850 milhões de dólares para manter 'ER' na emissora.

Curiosidade

A exibição da série influenciou a vida real: o Departamento de Polícia de Baltimore parou de usar o quadro branco que rastreava visualmente o progresso dos detetives na resolução de crimes, temendo impacto negativo na publicidade sobre taxas de esclarecimento, mas o quadro foi reintroduzido depois a pedido dos próprios detetives.

Referências

Tom Fontana, produtor executivo de Homicide, e Dick Wolf, criador de Law & Order, tornaram-se amigos próximos nos anos 1980 trabalhando no mesmo prédio como roteiristas de St. Elsewhere e Hill Street Blues, respectivamente, o que originou o primeiro crossover entre as duas séries no episódio 'Law & Disorder'.

Referências

Um roteiro do filme final 'Homicide: The Movie' vazou na internet antes da estreia sob o título 'Homicide: Life Everlasting', que embora nunca tenha sido usado oficialmente pela NBC, foi adotado pelos fãs.

Elenco

O diretor Barry Levinson, natural de Baltimore, apareceu como ele mesmo dirigindo um episódio dentro de um programa fictício chamado 'Homicide' no episódio 'The Documentary'.

Elenco

O diretor de cinema John Waters, também nascido em Baltimore e que chamou a série de 'a mais crua, bem-atuada e visualmente mais legal da TV', apareceu duas vezes na série, uma delas como um prisioneiro tagarela transferido de Nova York para Baltimore.

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