Estudantes fazem uma viagem de barco a Nova York, mas recebem a visita do temido Jason, que ressuscitou do fundo do Crystal Lake e vai espalhar sangue e terror pela Big Apple.
O produtor Sean S. Cunningham concebeu originalmente um confronto entre Jason Voorhees e Freddy Krueger, mas a New Line Cinema colocou a ideia em espera, levando Cunningham a encomendar um roteiro diferente que serviria de prenúncio para esse confronto, que só se concretizaria dez anos depois em Freddy vs. Jason (2003).
Gênese
Na negociação dos direitos entre Paramount e New Line Cinema, esta última obteve os direitos do personagem Jason Voorhees, mas a Paramount esqueceu (ou manteve) o controle do título 'Friday the 13th', razão pela qual os filmes seguintes não usaram o nome da franquia no título até o remake de 2009.
Gênese
A ideia inicial do diretor Adam Marcus previa que Elias Voorhees, pai de Jason, desenterraria o corpo do filho, comeria seu coração e ganharia seus poderes sobrenaturais, mas o roteirista Dean Lorey removeu esse personagem por considerar que Jason deveria ser o protagonista central.
Gênese
O roteirista Jay Huguely entregou um primeiro rascunho considerado confuso e 'incompreensível', o que levou Cunningham a contratar Dean Lorey para reescrever o roteiro do zero em apenas quatro dias.
Gênese
Adam Marcus originalmente escreveu o personagem Steven Freeman como sendo Tommy Jarvis, mas a New Line Cinema não possuía os direitos desse personagem, apenas de Jason, e por isso ele precisou ser renomeado.
Elenco
Tony Todd fez teste para o papel do caçador de recompensas Creighton Duke, mas o papel acabou ficando com Steven Williams, cujo visual de chapéu de cowboy e casaco longo foi uma exigência do próprio ator.
Elenco
Laurie Holden era a escolha de Adam Marcus e Dean Lorey para o papel de Jessica Kimble, mas Sean Cunningham vetou a escolha e insistiu em Kari Keegan.
Elenco
Dois DJs de uma rádio de Los Angeles, Mark Thompson e Brian Phelps, imploraram por um papel no filme durante seu próprio programa de rádio; Adam Marcus ouviu o pedido e lhes deu os papéis de dois policiais mortos brutalmente por Jason.
Filmagem
Sean Cunningham exigiu que o filme fosse rodado a 22 quadros por segundo em vez dos 24 convencionais, acreditando que isso eliminaria hesitações dos atores, embora isso desincronizasse o áudio, corrigido depois com um harmonizador.
Filmagem
Uma cena de chuveiro com Kari Keegan, na qual Adam Marcus queria nudez total inspirada em uma cena de The Big Chill, gerou um conflito sério entre diretor e atriz, levando Cunningham a assumir a direção nos últimos dias de filmagem para permitir o retorno de Keegan ao set.
Filmagem
Cerca de metade do material filmado por Adam Marcus foi descartado na montagem final, incluindo uma sequência de oito minutos em câmera lenta durante o massacre no restaurante, e várias tramas foram cortadas ou modificadas.
Filmagem
Kane Hodder, além de interpretar Jason, também aparece rapidamente como um guarda do FBI na cena do necrotério e é ele quem usa a luva de Freddy Krueger na cena final em que a máscara de Jason é puxada para debaixo da terra.
Filmagem
O roteirista Dean Lorey interpretou o assistente do legista na cena do necrotério, apesar de não ter experiência como ator e ter dificuldade em decorar as falas.
Efeitos
Para a cena do necrotério, o diretor pediu ao artista de efeitos Al Magliochetti que criasse luzes em forma de espermatozoide entrando no corpo do legista possuído, tornando a cena mais impactante do que o previsto originalmente no roteiro.
Efeitos
A cena final em que demônios saem do chão e puxam Jason para o inferno deveria originalmente mostrar criaturas mais detalhadas, mas problemas de orçamento e técnicos impediram o uso dos bonecos construídos para a sequência.
Referências
A cena final, em que uma mão com luva de lâminas (referência a Freddy Krueger) puxa a máscara de Jason para debaixo da terra, foi uma alusão direta ao futuro crossover Freddy vs. Jason, que estava em desenvolvimento desde 1987.
Referências
O filme apresenta a adaga kandariana e o Necronomicon Ex-Mortis, itens da franquia Evil Dead, como um easter egg que o diretor Adam Marcus incluiu propositalmente, sugerindo que Jason seria uma espécie de 'Deadite' ligado ao universo de Sam Raimi.
Curiosidade
A atriz Erin Gray revelou que se sentiu violada ao assistir a uma cena não prevista no roteiro, na qual a forma demoníaca de Jason entra no cadáver de sua personagem através da vagina; ela não participou da filmagem dessa cena, e o diretor mais tarde admitiu se arrepender de tê-la incluído.
Recepção
Apesar de o personagem Creighton Duke aparentar morrer no filme, o diretor Adam Marcus revelou em 2018 que a intenção era que ele tivesse sobrevivido, e que uma produtora estava trabalhando para trazê-lo de volta como personagem autônomo.
Frases marcantes
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[after witnessing Jason being blown up and the FBI thinking he's finally dead] I don't think so.
Creighton DukeApós todos pensarem que Jason finalmente morreu
I'll take a Voorhees burger and a side of Jason fingers.
Creighton DukePedido irônico num diner
[to Jason's body] Hey, you. How you doing, you maggoty, blown-up dude? You know what I'd like to do to you? I'd like to take a leak right on your damn mask. A big old mango-sized piece of garbage.
Phil the CoronerFalando com o corpo de Jason no necrotério
[into a tape recorder] My professional opinion: this guy's deader than dead. Ha-ha-ha-ha-ha. Um, strike that last comment from the record.
Phil the CoronerGravando um relatório sobre o corpo de Jason
Jason goes to hell, and he's NOT coming back!
TaglinesSlogan do filme
Evil has finally found a home.
TaglinesSlogan do filme
Horror, has many faces... death, wears many different masks... but pure evil, wears only one... and this is your final chance, to see it.